4º Módulo Formas

4º Módulo Formas

Escala de Configuração do Cacho



ELASTICIDADE
É a propriedade que um cabelo tem de ser estirado e de contrair-se naturalmente.
As determinações tênseis são aplicadas para avaliação de agentes agressivos, principalmente daqueles que atuam na região do córtex, como é o caso dos processos de alisamento/relaxamento. Na medida em que a força de estiramento atua, há a progressão da mudança termodinâmica de fase da proteína. Essa alteração ocorre com uma pequena variação da tensão comparada à deformação, demonstrando a relação constante entre esses valores na região de reconstituição. No início da região de pós-reconstituição, a proteína se encontra completamente desenrolada e as forças atuantes para se continuar o processo de alongamento da fibra capilar são as covalentes. Observam-se então, os rompimentos das ligações dissulfídicas até o rompimento do fio.
Outros parâmetros importantes que podem ser obtidos em um estudo de tensão vs. deformação são: tensão de ruptura, força máxima na ruptura, trabalho de elongação e alongamento máximo. Os valores de tensão a 15% e 30% de elongação foram determinados como independentes de não-homogeneidade da seção transversal do fio, e por isto, também são considerados convenientes na determinação de alterações nas propriedades tênseis do cabelo, devido a agentes agressores químicos ou físicos. Esta elasticidade está ligada à espessura do cabelo, que dividimos em:


Responde bem aos processos químicos, em geral requer produtos químicos mais fortes do que o cabelo com pouca elasticidade, este cabelo resiste a ser estirado sem partir e em seguida, o fio se contrai lentamente;

Requer produtos químicos mais fracos e menor tempo de processamento do que o cabelo com boa elasticidade, normalmente este tipo de cabelo pode resistir ao ser estirado, neste caso, ou se rompe, ou não retoma ao comprimento natural em seguida;

É ressecado, quebra sob mínima tensão e se rompe ao menor estiramento, esse tipo de cabelo não deve ser submetido a processamento químico.



A análise de elasticidade ajuda a determinar a intensidade do produto químico a ser usado e o tempo de processo necessário.


ANÁLISE DO COURO CABELUDO
Esta análise consiste em saber identificar problemas no couro cabeludo para poder orientar ou se necessário encaminhar o cliente a um médico.
Estes problemas podem ser decorrentes de:

Cuidados inadequados;
Processamentos químicos;
Procedimentos mecânicos;
Doenças congênitas ou adquiridas.

Análise capilar é a ficha do cliente, neste material deverão constar vários itens, para maior segurança do cliente e também do profissional:

Fórmula e força do produto;
Porosidade;
Textura do fio (fino, médio, grosso);
Curvatura (liso, ondulado, crespo, muito crespo);
Tipo do cabelo (oleoso, seco, normal).